1. Abrir bem no celular
A maior parte das visitas de um pequeno negócio chega pelo celular, e é a versão de celular que o Google usa para avaliar o site. Confira: o texto se lê sem dar zoom? Os botões são fáceis de tocar? Nada fica cortado ou escapa para o lado?
2. Ser rápido
O Google mede a experiência real de quem visita com três números, as Core Web Vitals:
- LCP, o tempo até o conteúdo principal aparecer: bom até 2,5 segundos.
- INP, a resposta a um toque ou clique: bom até 200 milissegundos.
- CLS, o quanto a página "pula" enquanto carrega: bom até 0,1.
Dá para medir o seu site no PageSpeed Insights, do próprio Google.
3. Dizer em cinco segundos o que você faz
Quem chega precisa entender logo de cara: o que você faz, para quem, onde atende e como chamar. Frase bonita que não diz nada ("Excelência em soluções") faz o visitante voltar para o Google e clicar no próximo.
4. Contato a um toque
- Botão de WhatsApp visível, de preferência com a mensagem já começada.
- Telefone que liga ao ser tocado no celular.
- Formulário curto, protegido contra robôs, que avisa você na hora.
5. Estar pronto para o Google
- Título e descrição próprios em cada página.
- Uma página para cada serviço importante.
- Dados estruturados com nome, contato e serviços.
- Sitemap enviado ao Google Search Console.
- Perfil da Empresa no Google ligado ao site.
O passo a passo completo está no guia como fazer a sua empresa aparecer no Google.
6. Ser seguro
- Cadeado no navegador (HTTPS) em todas as páginas.
- Nenhuma tela de login exposta no endereço público do site.
- Formulário com verificação anti-robô e limite de tentativas.
- Tudo atualizado. Site com plugin antigo é a porta de entrada mais comum para invasões.
7. Estar em dia com a LGPD
A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) vale para qualquer site que coleta dados de pessoas, inclusive um formulário de contato. O mínimo:
- Aviso de cookies com o botão de recusar tão fácil quanto o de aceitar.
- Ferramentas de anúncio e medição só ligadas depois do aceite.
- Política de privacidade clara: o que é coletado, para quê e por quanto tempo.
- Só os dados necessários, guardados com segurança.
8. Medir o que importa
Sem medição, não dá para saber se o site traz clientes. Google Analytics, Pixel da Meta e as conversões do Google Ads, configurados para contar o que interessa: quem chamou no WhatsApp e quem mandou o formulário. Sempre respeitando o consentimento de quem visita.
9. Ser acessível
Contraste suficiente para ler, texto alternativo nas imagens, navegação pelo teclado e botões com nome. Isso ajuda pessoas com deficiência, ajuda quem lê no sol, e ajuda o Google a entender a página.
10. Ser fácil de atualizar
Se trocar uma foto ou um horário exige chamar alguém, o site fica desatualizado. Um bom site tem um editor simples, em português, que funciona no celular.
11. Estar no seu nome
Domínio, hospedagem e contas no seu CPF ou CNPJ. É o item que ninguém confere e que mais dá dor de cabeça depois. Veja por que isso importa e como conferir.